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O mesmo motor, quatro realidades diferentes

Um condomínio residencial e um parque empresarial não têm o mesmo problema. Mudam as regras, os equipamentos e quem administra o sistema.

Condomínios residenciais

A situação. A portaria anota num caderno, o entregador entra porque «já o conhecem» e ninguém sabe quais veículos têm permissão hoje. Quando acontece alguma coisa, a informação não existe.

O que muda. As placas dos moradores ficam em lista branca e abrem sozinhas. Os visitantes são autorizados com prazo, então expiram sem que ninguém precise lembrar de apagá-los.

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O que se usa aqui

  • Lista branca de placas por torre ou por unidade
  • Rosto ou cartão na porta social, sem chaves que se copiam
  • Visitantes com data de término automática
  • Câmeras com visão colorida no perímetro e nas áreas comuns
  • Consulta de entradas para o síndico e o conselho

Parques e centros empresariais

A situação. Centenas de empresas num único site, terceirizados que mudam toda semana e uma mesma pessoa trabalhando para três empresas diferentes com horários diferentes.

O que muda. Cada empresa administra suas próprias autorizações. Se pelo menos uma delas permite a passagem hoje e neste horário, a pessoa entra; se nenhuma permite, a portaria vê o motivo exato.

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O que se usa aqui

  • Autorizações independentes por empresa
  • Rosto ou digital na catraca e cartão RFID para o fluxo intenso
  • Dias da semana e faixa de horário por autorização
  • Recepção que cria visitantes na hora
  • Terminal de mão para pontos sem catraca
  • Passe digital enviado por e-mail ao autorizar

Estacionamentos comerciais

A situação. Filas na entrada porque o operador precisa caminhar até a cabine, tíquetes escritos à mão e cobranças que dependem da memória de quem está no turno.

O que muda. Tudo acontece no terminal de mão: registro da placa, tíquete impresso com QR, leitura na saída e cálculo do tempo e do valor.

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O que se usa aqui

  • Terminal Android robusto com impressora integrada
  • Tíquete com QR gerado dentro do equipamento
  • Cálculo de permanência e tarifa na saída
  • Histórico de movimentos por operador e por turno

Indústria e empresas

A situação. Equipe própria em três turnos, terceirizados contratados por obra e visitantes de fornecedores. Todos entram pela mesma porta e com o mesmo crachá.

O que muda. O perfil e a faixa de horário decidem. Um terceirizado com validade até o dia 30 não entra no dia 1º, mesmo com o crachá no bolso. E onde a digital falha por causa do trabalho manual, a leitura de veias continua funcionando.

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O que se usa aqui

  • Leitura de veias da mão: funciona com mãos sujas ou calejadas
  • Duplo fator —cartão mais biometria— em áreas restritas
  • Perfis de funcionário, terceirizado, VIP e visitante
  • Validade por contrato, com expiração automática
  • Antipassback na portaria e na catraca
  • Histórico completo para auditoria

Em qual destes quatro você se reconhece?

Descreva sua portaria como ela funciona hoje e dizemos o que muda e o que se mantém.