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SÉRIE ASAlarmes IP
O alarme vai pela rede que você já tem
Parques industriais e condomínios residenciais já têm uma rede de dados passando por todo o terreno. Um alarme IP aproveita isso: sem cabeamento dedicado, sem obra civil e sem o limite de distância de uma central convencional.
Num alarme convencional, o cabo é metade do orçamento
Cada sensor precisa chegar por cabo próprio até a central. Num prédio pequeno resolve-se; num parque industrial com galpões separados, ou num condomínio de cinco torres, significa infraestrutura, quebra de piso e semanas de obra.
O alarme IP usa a mesma rede que já conecta as câmeras, as catracas e os escritórios. Onde há um ponto de rede, há um ponto de alarme.
O que se evita
- Infraestrutura e cabeamento dedicado até uma central
- O limite de distância das zonas cabeadas
- Centrais separadas por torre ou galpão
- Obra civil em áreas já acabadas
Zonas, horários e responsáveis
A solução convencionalUma central e cabo até cada sensor
A cobertura é limitada pela distância do cabo. Ampliar uma zona é abrir piso, e cada torre ou galpão novo acaba com sua própria central e seu próprio teclado.
A engenharia DigiAccessUm ponto de rede é um ponto de alarme
Monta-se sobre a rede que já percorre o terreno. Acrescentar uma zona é conectar um dispositivo, não contratar uma obra, e todas as zonas são administradas no mesmo lugar.
- Meio
- Rede de dados IP já existente no local
- Zonas
- Independentes: armam e desarmam separadamente
- Programação
- Armar e desarmar por horário
- Verificação
- Por vídeo, com a câmera da zona
- Contexto
- O alerta indica quem tinha acesso autorizado
- Obra civil
- Sem infraestrutura nem quebra de piso
- Cabeamento
- Sem lance dedicado até uma central
- Distância
- Sem o limite das zonas cabeadas
- Duplicidade
- Um só sistema para todas as torres ou galpões
Zonas independentes
Cada galpão, torre, casa de máquinas ou depósito é a sua própria zona: arma e desarma separadamente, sem deixar o resto do terreno desprotegido.
Armar por horário
As zonas armam sozinhas ao fim do expediente e desarmam na abertura. O que ficar fora do horário gera evento, mesmo que ninguém tenha lembrado de armar.
Alerta com contexto
O alerta diz qual zona, em que horário e quem tinha acesso naquele momento — não apenas que «o alarme disparou».
Verificação por vídeo: menos alarmes falsos
O problema real dos alarmes não é deixarem de tocar: é tocarem tanto sem motivo que param de ser atendidos. Um gato, um galho, uma porta mal fechada.
Quando alarme e CFTV são o mesmo sistema, o evento traz a câmera daquela zona: quem recebe o alerta vê o que o disparou antes de acionar alguém.
- O evento de alarme fica associado ao vídeo do momento
- A detecção de fogo da câmera pode disparar o alarme
- A zona armada é cruzada com quem tinha acesso autorizado
Exemplo de eventos
O seu terreno já tem rede de dados?
Então metade do trabalho está feita. Revisamos a cobertura de rede e dizemos quais zonas dá para armar.